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quinta-feira, 30 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)
O que são doenças sexualmente transmissíveis (DST)?
Doenças sexualmente transmissíveis (DST), antigamente chamadas de doenças venéreas, são aquelas que você adquire ao ter contato sexual (vaginal, oral ou anal) com alguém que já tenha DST.
É causadas por várias bactérias, vírus e fungos, mais de 20 doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres. Ainda que algumas doenças sexualmente transmissíveis tenham cura, outras acompanham a pessoa por toda a vida (não têm cura).
Doenças sexualmente transmissíveis podem afetar a saúde física, emocional e a qualidade de vida da pessoa. Especialistas acreditam que ter uma doença sexualmente transmissível eleva as chances da pessoa ser infectada com o HIV, o vírus que causa AIDS.
É muito comum a pessoa não apresentar sintomas das doenças sexualmente transmissíveis, na maioria das vezes nos estágios iniciais da doença. Isso pode ocasionar a falta de tratamento até que a doença fique severa. A falta de tratamento precoce pode causar problemas sérios como infertilidade. Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem passar para o bebê durante o parto ou gravidez. Mas se você sentir um desses sintomas é baixo é muito importante procurar um atendimento médico.
É muito comum a pessoa não apresentar sintomas das doenças sexualmente transmissíveis, na maioria das vezes nos estágios iniciais da doença. Isso pode ocasionar a falta de tratamento até que a doença fique severa. A falta de tratamento precoce pode causar problemas sérios como infertilidade. Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem passar para o bebê durante o parto ou gravidez. Mas se você sentir um desses sintomas é baixo é muito importante procurar um atendimento médico.
Os principais sintomas de DST:
- Corrimentos abundantes amarelados ou esverdeados na vagina ou pênis;
- Mau-cheiro no órgãos genitais;
- Coceiras ou vermelhidão constantes na virilha, vagina, saco ou pênis;
- Feridas na vagina, saco, pênis ou ânus;
- Verrugas na vagina, pênis, boca, saco ou ânus;
- Bolhas (vermelhidão) na virilha, vagina, saco ou pênis;
- Ardência ao urinar;
- Dor durante as relações sexuais;
As pricipais DST´s:
· Aids
· Chato
· Clamídia
· Condiloma (Crista de Galo, ou HPV)
· Herpes
· Sífilis
· Vaginose
O que você precisa saber sobre DST?
1 - Doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres de todas as idades, etnias e classes sociais. Adolescentes e adultos jovens têm doenças sexualmente transmissíveis mais frequentemente do que outra faixa etária. Isso porque eles têm relações sexuais mais frequentes e com mais parceiros.
2 - A quantidade de pessoas contraindo doenças sexualmente transmissíveis está aumentando.
3 - Você pode estar com um doença sexualmente transmissível, não apresentar sintomas, e assim mesmo passar para outra pessoa. Por isso os testes são tão importantes. Converse com seu médico sobre a realização de testes para doenças sexualmente transmissíveis, especialmente se você tem mais de um parceiro sexual. Lembre-se que você não precisa apresentar sintomas para fazer os testes.
4 - Doenças sexualmente transmissíveis podem causar problemas sérios de saúde para toda a vida, os quais tendem a ser mais severos em mulheres do que em homens.
5 - Algumas doenças sexualmente transmissíveis estão relacionadas a alguns tipos de câncer.
6 - A mãe pode passar uma doença sexualmente transmissível para seu bebê antes, durante e logo após o parto. Algumas dessas doenças sexualmente transmissíveis pode ser facilmente curáveis, porém outras podem causar danos ao recém-nascido e ocasionar problemas para a vida toda ou até a morte.
7 - Doenças sexualmente transmissíveis são tratadas com mais sucesso quando diagnosticadas cedo. Há testes e muitos tratamentos para essas doenças. Quando você tiver uma doença sexualmente transmissível é melhor procurar tratamento imediatamente. É importante saber que mesmo que o tratamento curar a doença sexualmente transmissível você pode tê-la novamente.
8 - A forma mais eficiente de prevenir qualquer doença sexualmente transmissível é a abstinência sexual. Retardar o início da vida sexual é outra forma de reduzir suas chances de ter DST´s. Estudos mostram que quanto mais jovem a pessoa tiver sua primeira relação sexual, mais chances terá de contrair essas doenças, o risco eleva com o tempo à medida que a quantidade de parceiros sexuais aumenta.
9 - Usar preservativo sempre que tiver relação sexual. Tenha ciência que o preservativo não oferece proteção completa contra doenças sexualmente transmissíveis, porém ele diminui suas chances de contraí-las. Saiba também que outros métodos anticoncepcionais (como diafragma, pílula anticoncepcional, etc) não o protegem contra doenças sexualmente transmissíveis. Caso você use algum desses métodos anticoncepcionais, certifique-se de utilizar preservativos para proteção contra DST´s.
10 - Não compartilhe agulhas de injeções. Isso inclui injeções de drogas ilegais (heroína e cocaína) e medicamentos. Se você for fazer uma tatuagem ou piercing, certifique-se de que as agulhas estejam esterilizadas e caso frequente manicures é importante levar seu próprio material (alicate, tesouras, etc).
O que devo fazer se contrair uma DST?
Algumas vezes a pessoa pode ficar muito amedrontada ou envergonhada para pedir informações e ajuda. Porém, tenha em mente que a maioria das doenças sexualmente transmissíveis são fáceis de ser tratadas. O tratamento precoce da doença sexualmente transmissível é importante. Quanto mais rápido você procurar tratamento, menos chances terá de a doença sexualmente transmissível causar danos severos.
E quanto mais cedo você avisar seu parceiro sexual que tem uma doença sexualmente transmissível, menos chance terá de espalhá-la. Para mulheres grávidas, o tratamento precoce também diminui a probabilidade de passar a doença sexualmente transmissível para o bebê.
Procure por tratamento imediatamente. Estudos indicam que ter uma doença sexualmente transmissível aumenta o risco de ser infectado pelo HIV, o vírus que causa AIDS.
Siga as ordens médicas e acabe de tomar todos os remédios que lhe forem prescritos. Mesmo que os sintomas forem embora, você ainda assim precisa continuar com o tratamento medicamentoso.Evite ter qualquer atividade sexual se estiver sob tratamento para uma doença sexualmente transmissível.
Certifique-se de contar para seu parceiro, de modo que ele também possa receber tratamento.
Se você estiver grávida ou amamentando avise isso ao seu médico. Alguns remédios não são seguros para grávidas e você pode precisar de medicamento diferente para o tratamento.
Se você estiver grávida ou amamentando avise isso ao seu médico. Alguns remédios não são seguros para grávidas e você pode precisar de medicamento diferente para o tratamento.
terça-feira, 31 de maio de 2011
ICTERÍCIA NEONATAL
É a coloração amarelada da pele e mucosas
causada pelo aumento da bilirrubina
(Hiperbilirrubinemia).
A bilirrubina é um pigmento normal,
A bilirrubina é um pigmento normal,
amarelo, gerado pelo metabolismo das células
vermelhas do sangue.
- É comum em RN;
- Pode ou não indicar estado patológico;
- Têm evolução crânio- caudal
- Fisiológica ou tardia : após 48hs de vida-autolimitada
- Patológica ou precoce: antes das 24hs de vida. Causa principal é a doença hemolítica,
Infecções congênitas graves, sepse
OBS: No RN a fase de captação e conjugação são comprometidas devido a imaturidade hepática
As células vermelhas de nosso sangue, as hemácias, são as responsáveis pelo transporte de oxigênio
aos tecidos. Elas apresentam uma vida média de 120 dias, após o qual são destruídas no baço e seus
aos tecidos. Elas apresentam uma vida média de 120 dias, após o qual são destruídas no baço e seus
componentes são reaproveitados na produção de novas hemácias. Nessa destruição, o componente
responsável por carregar o oxigênio, a hemoglobina, é quebrada em partes menores, uma das quais é
convertida em bilirrubina.
Essa bilirrubina é capturada pelo fígado e após sofrer alguns processos é excretada (jogada fora) através
da bile, que fica armazenada na vesícula. Quando alguma parte de todo esse complexo sistema está
afetada, pode ocorrer icterícia.
da bile, que fica armazenada na vesícula. Quando alguma parte de todo esse complexo sistema está
afetada, pode ocorrer icterícia.
Grande parte dos recém-nascidos apresenta icterícia nos primeiros dias de vida, sem significar, contudo,
a presença de alguma doença. É a chamada icterícia "fisiológica" (ou normal) do recém-nascido. Porém,
em alguns casos a icterícia decorre de alguma doença, devendo ser corretamente identificada, para
permitir o tratamento adequado.
a presença de alguma doença. É a chamada icterícia "fisiológica" (ou normal) do recém-nascido. Porém,
em alguns casos a icterícia decorre de alguma doença, devendo ser corretamente identificada, para
permitir o tratamento adequado.
Esse tipo de icterícia acomete aproximadamente 2/3 dos recém-nascidos não-prematuros,
sendo ainda mais freqüente nos prematuros. É uma circunstância normal,
apresentando-se de forma leve na maioria das vezes e que regride espontaneamente, mas
às vezes requer tratamento para evitar os problemas causados pelo excesso de bilirrubina
no sangue.
Ela decorre de um conjunto de fatores que acabam levando ao aumento da produção de
bilirrubina, a uma dificuldade de sua captação pelo fígado (o que permite seu acúmulo no
sangue) e a um aumento da sua reabsorção nos intestinos. Tudo isso faz com que a
concentração de bilirrubina no sangue aumente.
Embora esse acúmulo possa ser considerado normal, nem sempre as conseqüências
são inócuas, especialmente se o bebê for prematuro. Neles, dependendo da situação,
existe a necessidade de tratamento para evitar-se a impregnação da bilirrubina no cérebro,
o que causa graves danos à criança.
Quase todos os casos de icterícia não-fisiológica devem-se à exacerbação dos mesmos
mecanismos que causam a icterícia fisiológica. Assim, as principais causas estão
relacionadas com os distúrbios da produção de bilirrubina, da captação hepática, do
metabolismo, da excreção e da reabsorção intestinal.
Possíveis causas:
- Aleitamento materno
- Incompatibilidade ABO
- Distúrbios Metabólicos
- Uso de drogas
- Estados como a sífilis congênita
- Predisposição genética
Diagnóstico:
História materna
Anamnese
Exm físico: Zona de Kramer, anemia
Tipagem sanguínea e fator Rh da mãe e do RN
Hemograma
Bilirrubina total e frações
Coombs indireto da mãe (positivo)
Coombs direto do RN (positivo)
RN Rh+ e mãe -
Complicação:
- Encefalopatia bilirrubínica – Kernícterus
- Encefalopatia bilirrubínica: Consiste no depósito de bilirrubina indireta nas células cerebrais
- Kernícterus: São as sequelas clínicas permanentes da toxidade bilirrubínica: Retardo mental, alterações no desenvolvimento motor, distúrbios comportamentais, ataxia(má coordenação dos movimentos) e perda da audição neurossensorial.
Tratamento:
- Objetivo: Evitar a Encef. Bilirrubínica
Fototerapia: É a aplicação de luz á pele exposta da criança. Seu mecanismo se dá pela
transformação da bilirrubina indireta, molécula lipossolúvel em uma molécula mais
hidrossolúvel, assim sendo mais facilmente eliminada do organismo.
- Efeitos colaterais: fezes amolecidas, rubor, bronzeamento da pele, hipertermia, queimaduras,
erupções cutâneas
Avaliação clínica:
- ZONAS DE KRAMER
-Zona I: Cabeça e pescoço
(BI ± 7 mg%)
-Zona II: Tronco até umbigo
(BI ± 9 mg%)
-Zona III: Hipogástrio e coxas
(BI ± 12 mg%)
-Zona IV: Joelhos até tornozelos
cotovelos até punhos
(BI ± 15 mg%)
-Zona V: Palmas e plantas
(BI ± 16 mg%)
Cuidando do RN em Fototerapia:
- Manter RN despido, proteger genitais
- Proteger os olhos com vendas apropriadas (protetor ocular), as pálpebras devem estar fechadas
- Posicionar o foco de luz de modo a atingir uma maior área corporal
- Manter uma distância de 50cm das lâmpadas do aparelho
- Mudar decúbito a cada 4h
- Fazer BH rigoroso
- Verificar intensidade da luz
- Amamentação por livre demanda
- Controle do tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligada, com anotação de data e número de horas/dia( o tempo de vida útil da lâmpada)
- Controle rigoroso da temperatura corporal, pois pode ocorrer um hiperaquecimento pela ação do calor da lâmpada – 4/4h
- Controle do estado de hidratação do RN, pois pode ocorrer desidratação devido á sudorese pela ação do calor
- Limpeza frequente do berço e do RN
- Retirada do RN da fototerapia para a amamentação, mesmo que a prescrição seja contínua
- Fototerapia pode ser intermitente ou contínua de acordo com a prescrição médica.
- Avaliar os olhos em busca de secreção ou pressão excessiva sobre as pálpebras
- Desligar o aparelho de foto ao colher sangue para exame
- Remover a venda por ocasião das mamadas e banho
- Retirada do RN da fototerapia, 15 minutos antes do banho, para que seu corpo não sinta a diferença de temperatura
Doença hemolítica
- Doença que acomete o feto e o RN causada pelos de anticorpos maternos (IgG), devido a
sensibilização anterior, durante o parto, amniocentese traumática, heterotrnasfusões, Incompatibilidade Rh, incompatibilidade ABO.
- Tratamento: Fototerapia e exsanguíneotransfusão (corrigir a anemia, remover anticorpos,
diminuir a bilirrubina – indicada quando a foto sozinha não resolve.
Técnica da exanguíneo transfusão:
Técnica:
- O sangue do RN é retirado - em geral 5 a 10ml de cada vez e substituído com sangue compatível – Rh negativo.
Referências:
—WONG, D. L. Enfermagem Pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara- Koogan, 2003.
•Coletânea de Aulas de Saúde da Criança- Profª Rejane Carvalho e Laura Vilaça – Adaptado
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